terça-feira, 8 de dezembro de 2015

"Amada" amiga

Foi em um passado remoto, 
   Que um coração devoto e casto,
Urrou, sangrou,
   serviu de pasto a urubus 
    e ave de rapina.
Raiva, tristeza, desejo de morte...
   Lançando sobre mim chuva de escárnio,
   Como se fosse faca de corte.
A virtude e a razão, não são para ti porque és despudorada,
     Coração inconstante,
      Suspiras por ilícitos favores, ao
      Invés de rosto,
       vagina sórdida...
O troco por seus infames apetites;
     Das paixões envenenadas 
     Que adquiristes,
     Do espaço de outrem, que ocupastes...
Lamento por ti minha falsa amiga...
  Cortesã de vãos caprichos...
Hoje inerte nada sinto,
   seu veneno não me atinge
    nesse caso só pressinto.
O prazer sentido, 
    Zombeteiro espírito,
    Em sua peçonhenta aliança,
    És a melhor pessoa para estar onde estás
    Porque não há nenhum poder que mude a natureza...
    É dando que se recebe.

Cristina P

Dany WR

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