Ando seguindo trilhas
Antes não pensadas,
Caminhando por milhas
Não idealizadas.
De volta ao ninho fraterno
Fugindo do inferno
Outrora ninho de amor
Pássaro ferido
Sentindo a dor do João de Barro
Que teve a porta de entrada
Fechada com o barro
Trazido no bico do seu parceiro
Privando o do aconchego do ninho em desalinho
A vida é como ondas do mar, que vai e que vem
De um tempo envolvente,
A varrer dela os grãos de areia...
A varrer dela os grãos de areia...
