Uma raposa amarela, ladina,
Sem escrúpulos, sorrateira,
Que se aconchega,
ao peito
Seco, daquela que
me julga
Por ela....
Satânica, manipuladora,
Que ao coração desarmado,
Se atrela...
Uma ave de rapina,
Que na sua triste sina
Rouba, a cena,
Finge ser a doce amante.
Para amar,
quem diz amar,
claro que sem nenhum "interesse",
pesquisa antes todos
os bens
do seu futuro
amante...
Atriz que nao é,
finge o amor que nao sente,
suprindo de falta, esse coração carente.
De traz de um sonho desfeito,
Vislumbro por traz
das mazelas,
Que nada foi
desfeito...
O amanha como um sol, irradia,
A luz de outro sonho, que principia...
A luz de outro sonho, que principia...
Rameira, programa o fruto
desta nefasta união,
Garantindo assim o
seu gordo quinhão!
A vida é assim, quem te apoia e me condena
Saberá a duras
penas
