terça-feira, 16 de junho de 2015

Lançamento do livro "Elas São de Marte - Mulheres Sem Censura"

No dia 23/06/2015 às 20h no Espaço Satyros (antigo Satyros 2), na praça Roosevelt, 222, será lançado em São Paulo o segundo trabalho colaborativo de Cristina P.
Convido à todos que seguem o trabalho e os apaixonados por poesias para festejarem comigo nessa noite. Estarei lá, junto com as demais escritoras da cidade,  autografando e fotografando com todos.
Espero vocês lá!!!!


Cristina P.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Promessa de Amor

Prometo te amar, amor
E a tudo que te envolva
Estar atento...

Procurar perceber em ti
tudo que me faz feliz.
E em mim, deixar aflorar
o que feliz nos faz .

Quero sonhar, 
cantar e sorrir contigo.
Brindar suas vitorias, suas conquistas.

Chorar, suas dores, ou derrotas.
Quero dar-lhe meu ombro amigo,
minhas mãos para secar
suas lágrimas, se preciso for.
E meu corpo amante,

para nosso deleite...

Dany WR

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Eternamente você

Como posso,
Viver sem o seu amor...
Como no inverno da vida, ficar sem o seu calor.

Sei que um dia,
Me deste tudo de si,
A vida, carinho, calor e o amor maior...

Penso enfim...
Como posso viver,
Sem a sua presença física; material, mortal...

Pois sua presença imaterial,
é imortal e permanecerá forte
nos meus pensamentos e sonhos...

Exemplo de pureza, simplicidade,
Retidão de caráter,
Benevolência,
Herança mais preciosa.

Respondendo as próprias indagações,
Posso viver sem a  sua presença,

Pois de alguma forma, você estará sempre presente em mim....

*Homenagem singela a boneca Cathy.


Loui Jover

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Pequeno Sol

Quero festejar a vida...
Entre as nuances da dor,
Percebi em meu ser
A capacidade de emergir...
Vir do fundo...
Águas profundas,
Mansas, se estou no comando,
Perigosas e traiçoeiras
Se me entrego a sua fúria...
Quero ter em mim o sol...
Que doura a pele,
Aquece o frio,
Espanta o escuro,
Clareia o dia,
Renasce a cada manhã...
Vejo a vida como uma escola...
Cada um de nós em seu estágio evolutivo...
Acredito estar amadurecendo...
Como um fruto  verde, a luz do sol,
Transformando a seiva em mel...

Dany WR

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Lovito

Libertando das amarras do amor que não tive e pensei ter;
Oro a Deus  todos os dias que não me permita repetir e me faça;
Ver com a clareza das aguas límpidas,
Íngrimes caminhos a percorrer, que eu separe o bem do mal, o falso  do verdadeiro e não me permita jamais
Tomar por amor, o desamor  o traidor por amigo  e que não me deixe seca, amarga e rancorosa muito pelo contrário...
O amor que não tive, que eu tenha, que me tome assim por inteiro,  que entre nas qualidades ressaltadas, defeitos não valorizados, repito para nós o dito do poetinha “ que seja eterno ... enquanto dure”...

Lucas Werneck

segunda-feira, 6 de abril de 2015

A Partilha

Brindastes com vinho
Minha saída, com risada de deboche,
Não há posse...

Não saio com nada,
Visto que tudo que tive
Imaginei ter...

Amor... companheirismo,
Cumplicidade, segurança
E confiança...

Um homem, ao meu lado,
Para afirmar ser meu...
Doeu... dói... doerá para sempre...

Perceber em ti o vazio,
A ausência do ser...
Rodeado de criaturas

Nefastas que como moscas
Varejeiras voam ao seu redor
 E se comprazem com  minha dor.

Mulheres, vinho e cerveja
Que Deus te guarde e proteja
Moleque solitário e perdido...
O mundo não nos dá nada de graça...

 E pode nos tirar tudo!

Loui Jover




segunda-feira, 30 de março de 2015

Gênese do Mal

Vendi  minha alma ao diabo
No momento que amei
Alguém mais que a mim...
Abri mão da minha dignidade,
Do meu amor próprio.
Rastejei... implorei... chorei...
Não acreditando enfim,
Nas coisas que aconteciam,
Na mudança radical do ser,
Revelado vil, traiçoeiro,
Insensível  a dor de alguém.
Julgando  amada, em tempos idos,
Confessei até crime não cometido.
Hoje revejo e percebo,  culpa
Por ter sido  permissiva...
O diabo em forma de mulher ruiva,
Recebia a flor que era minha, envolta  em toalha...
Para mim manjar dos deuses, para ela pão com hambúrguer...
Dito, maldito chulo para expressar
O quão insignificante era
O ser que eu enaltecia...
Destruiu um lar,
Possibilidade da maternidade,
Referida por ele  por células...
Do amor que tive, e hoje não tenho,
Antevejo com tristeza,
O ser que naquele corpo habita,
Não é, e nunca será
Aquele amor,  ingênuo e doce...
De uma flor viçosa e perfumada restou
A penas os espinhos secos...

Dany WR