Brindastes com vinho
Minha saída, com risada de deboche,
Não há posse...
Não saio com nada,
Visto que tudo que tive
Imaginei ter...
Amor... companheirismo,
Cumplicidade, segurança
E confiança...
Um homem, ao meu lado,
Para afirmar ser meu...
Doeu... dói... doerá para sempre...
Perceber em ti o vazio,
A ausência do ser...
Rodeado de criaturas
Nefastas que como moscas
Varejeiras voam ao seu redor
E se comprazem com
minha dor.
Mulheres, vinho e cerveja
Que Deus te guarde e proteja
Moleque solitário e perdido...
O mundo não nos dá nada de graça...
Loui Jover

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