alma sofrida que salienta,
a dor que em si, te acalenta.
A cada dia diminui a luz,
morre o dia nasce a noite,
negritude sem limite,
sem nada que me seduz.
Raio frágil de sol,
que sobre a densa escuridão
se perde, sem rumo, sem guia,
e sem farol;
Tento buscar a sua luz,
onde está minha estrela guia,
a parceria de todos os dias .
Houve um tempo,
já quase não me lembro,
inocência de menino, Anakin
lamento o fim.
Vadiagem,
sacanagem,
amor selvagem.
Afoito por pequenas ilusões,
dos amigos, rasga a lista,
atropela sem pudor,
amigos ternos,
em gana individualista.
Dos dias claros e amenos,
tenho lembranças,
cálidas e serenas ,
do amor fraterno.
E assim... segue a nave,
em dias opacos,
sem trilha, sem marcos.
Rajada de luz, não lhe penetra,
qualquer tentativa de amizade,
carinho, amor e lealdade
em forma de pólvora,
esplode em ti .
Cristina P
By Hideyoshi

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