sexta-feira, 14 de novembro de 2014

O Ato

Abraçada a teu corpo, sinto suas mãos  ansiosas conferindo minha anatomia;
Percorrendo cada curva do meu corpo,
que em frenesi... de fato... pelo ato...
Se  estremece.
Seus dedos deslizando por meu colo, desabotoando delicadamente, 
os botões de minha blusa, tão desnecessária naquele momento,  e que calmamente é deixada pelo chão.
Sua carícia leve em meus seios, sua boca descendo, fazendo o mesmo caminho,
Rastejando  pela minha cútis alva, lábios e língua , desbravando todo o meu ser, de sul a norte de leste a oeste...
Subindo morros, desbravando matas, provocando em cada pelo um arrepio, que eriça a pele e entorpece os sentidos.
Nossos corpos embriagados de paixão, desejo e ternura, quase em transe...
De nossos lábios, gemidos e suspiros incontroláveis....
E numa  explosão de sensações, como uma cascata incandescente de luz  de luz e gozo, nossos corpos por fim  atinge a serenidade de um mar sem ondas...

Loui Jover

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